quarta-feira, 25 de maio de 2011

Etiqueta net




Há alguns anos atrás (ou serão muitos?), a comunicação entre amigos que viviam em lugares distantes ocorria basicamente pelas cartas.

Havia blocos com papel de carta comum, blocos com papel especial para cartas com remessa aérea, envelopes adequados.

E era uma delícia receber uma carta de um amigo, e havia um gosto especial em esperar o carteiro para ver se a correspondência esperada havia chegado.

Lia-se a carta com alegria, e logo que possível respondia-se ao amigo que nos havia escrito.Era uma forma de agradecer a delicadeza da correspondência, e de manter-se a amizade.

Hoje, as cartas praticamente sumiram.

Pela caixa de correio só chegam faturas e propagandas.

A comunicação entre amigos dá-se por e-mails, torpedos e mensagens nas redes sociais.

Entre esses tipos de comunicação, muitos são para a comunidade, em geral, mas muitos são dirigidos especialmente a alguém.

Isso acontece principalmente com os e-mails.

E daí é que surge a pergunta: por que, nem sempre, a pessoa que recebe um e-mail pessoal, responde ao remetente?

Não estou falando daqueles e-mails enviados para uma coletividade, contendo orações, correntes, críticas, ou publicidade. Esses são meros encaminhamentos.

Falo dos e-mails particulares, dirigidos a alguém, com uma palavra pessoal. Pode ser um convite, uma notícia, uma indagação.

Entendo que esse tipo de e-mail não pode ficar sem resposta. É como uma carta, que merece retorno. Alguém nos escreveu, lembrou particularmente de nós, foi gentil. O mínimo que se espera é que a gentileza seja retribuída. Pena que isso nem sempre ocorra.



quarta-feira, 18 de maio de 2011

Será o Benedito?

Parece que o blogger continua a me dar trabalho.
Consegui publicar, com correção, o post sobre o fim de semana: domingo em família.
Só que, essa publicação caiu no vazio. Parece que nenhuma das pessoas que seguem meu blog foi avisada sobre o novo texto.
Não é possível. Boicote ao momento vovó?
Será o Benedito?

terça-feira, 17 de maio de 2011

Domingo em família

(Momento vovó).



Há algumas décadas, os domingos eram dias de visita aos avós. Dias de almoço em família, quando todos se reuniam para trocar ideias e manter vivos os laços familiares.

Durante a semana os encontros eram mais difíceis, poucos tinham carro, e os avós dificilmente iam à casa dos filhos. Assim, para verem os netos, esperavam pelos domingos.

Lembro quando meus irmãos mais velhos casaram, e começaram a ter filhos, como eram gostosos os domingos na casa dos meus pais.
Com o tempo, tudo mudou muito.
Ficou difícil manter o costume do almoço na casa dos vovôs. Os filhos, e netos, muitas vezes moram em outras cidades, e até em países diversos.
Quando podem, os vovôs se deslocam, enfrentam viagens e vão visitar suas “crianças”.
Ou, então, ficam esperando as datas especiais, para poderem reunir os filhos e netos em torno de uma mesa.
Por isso, fico muito feliz quando em domingos normais recebo a visita dos filhos e da netinha.
E não é que para este último fim de semana tive um almoço com a mesa cheia?
E tive a companhia da “minha” menininha desde o sábado?
Ela preenche os espaços, e o tempo. Ajuda, conversa, faz teatrinho. Encanta.
No sábado à noite ela escolheu o corredor para dançar e fazer acrobacias.



Colocou seu teclado para tocar sozinho, dançou, subiu pela parede, riu bastante.






No domingo de manhã, dia nublado, praia para andar de bicicleta e tomar sorvete.



E no almoço, todos reunidos na mesma mesa, para que não se perca a a noção de quanto é bom um almoço em família.


(Já escrevi outras vezes sobre almoço em família, como aqui).


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Paciência tem limite.
















Não sei se é o blogger, ou se o problema está no computador.






O fato é que não consegui publicar, de forma organizada, um post sobre o fim de semana.



Escrevi, coloquei as fotos, configurei. Salvei e mandei publicar.




Saiu tudo diferente. Letra menor, espaços maiores.




Resolvi editar novamente.




Arrumei os espaços entre os períodos, espaços entre fotos, tamanho da letra.




Tudo certo, salvei, e publiquei.




Resultado?




Totalmente desconfigurado.




Chega.




Hoje não tento mais.




Como estou em São Paulo, agora só quando voltar para Santos e puder usar outro computador.



Como esse texto é corrido, sem fotos intercaladas, vamos ver se vai dar certo.





Reeditando: E não é que não deu certo? Desisto.





sexta-feira, 13 de maio de 2011

Prazo de validade





A obrigatoriedade de afixar o prazo de validade nos remédios, alimentos, e outros perecíveis, é mais ou menos recente, entre nós. O objetivo é garantir a qualidade do produto, evitando danos à saúde do consumidor.

Passado o prazo de validade, o produto é considerado impróprio para o uso.

Nem sempre, contudo, é fácil localizar a anotação do prazo de validade. Alguns produtos têm a data na tampa, outros no rótulo, outros na base. No rótulo, algumas vezes o prazo acompanha a mesma posição dos outros dizeres, mas muitas vezes encontra-se em posição vertical.

Quando se está fazendo o supermercado com pressa, perde-se bastante tempo na procura da data de validade.

Mas o que eu acho incrível, mesmo, é o prazo de validade encontrado na embalagem de muitos medicamentos.

Vira-se a embalagem para cá, e para lá, na busca da importante data.

Às vezes ela vem impressa com tipos de tamanho razoável, e com tinta escura. Mas em muitos casos, só as visões privilegiadas conseguirão lê-las.

Na base da embalagem, ou na parte superior, a data é colocada mediante pressão. Não recebe tinta que permita sua visualização. Simplesmente é uma marca pressionada, e o prazo de validade fica praticamente invisível.

E quando o medicamento, na forma de comprimidos, é embalado em papel tipo celofane, a data de validade, também feita sobre pressão, fica na beiradinha do envelope.

Nessas horas, só mesmo com uma lupa.

Hoje, precisando de um comprimido efervescente de vitamina C, fui na minha farmacinha particular e peguei uma embalagem, comprada há pouco tempo.

Antes de prepará-lo, procurei a data de validade.

Lá estava ela, escondidinha, pois pressionada no papel-cartão da embalagem, sem nada que facilitasse sua visualização. Quem consegue enxergar bem uma coisa dessas?

E para terminar, cobrindo-a, quase que totalmente, estava a etiqueta da farmácia com o preço do produto.

Afinal, é importante, ou não, saber-se o prazo de validade dos produtos que consumimos?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Santos Sabores





Recheios comuns, como 4 queijos, frango com catupiry, queijo e presunto.

Recheios sofisticados, como “brie” com damasco, “gruyère” com figo, queijo de cabra com castanhas.

Todos, porém, santos sabores.

Massa de “grano duro”, deliciosa.

Sabores mais que santos. Divinos.

Santos porque puros, honestos e que nos levam às alturas. E nascidos em Santos.

Depois de mais de trinta anos na “arte” da odontologia, e de muitos fins de semana de criações culinárias em casa, a vontade e a coragem de cursar uma faculdade de gastronomia.

Coragem porque, depois de um dia de trabalho, era preciso enfrentar as aulas e as atividades da “arte” culinária.

Terminada a faculdade de gastronomia, a vontade e a coragem de iniciar uma nova fase.

E, assim, nasceu, e está em pleno desenvolvimento, a “Santos Sabores”, alimentos artesanais.

Agora, surge um ramo da “Santos Sabores”: um empório para venda das massas e outros produtos artesanais, com local para saborear as massas e outros pratos ali elaborados.

Boa sorte, querido irmão Osvaldo.

Que os “santos sabores” possam ser provados e aprovados por muitos.

Boa sorte “Santos Sabores”. Muito sucesso.



(A Santos Sabores está abrindo suas portas amanhã, 06.05.2011, das 10:00 às 18:30h. Fica na Rua Paraná nº202, esquina com a Rua Joaquim Távora, em Santos, SP).


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ajudante de plantão

(Historinha de vovó).


Minha ajudante, sempre que está em Santos, fica de plantão ao meu lado.

Se vou fazer alguma coisa na cozinha, ela logo pergunta: posso ajudar, vovó?

Quando terminamos nossa aventura culinária, ela logo quer saber: e agora, vovó, o que eu posso fazer?

E assim ela vai aprendendo a arrumar a mesa para uma refeição, a mexer uma massa, a enfeitar um prato antes de ir para a mesa, a esticar um lençol na cama.

Está sempre disposta a ajudar, e eu espero que mantenha essa atitude pela vida afora.

No domingo resolvi passar para ela o papel principal na feitura de biscoitinhos. Era uma brincadeira, mas com massa de verdade.



Coloquei os ingredientes numa tigelinha e ela fez a massa, abriu-a e cortou os biscoitinhos.




A vovó colocou no forno, e ajudou a netinha a comê-los depois de prontos.




Como é fã de goiabada, a netinha resolveu incrementar seus biscoitinhos com um pedacinho do doce.
E não é que ficou gostoso?
E é assim que a Isadora, com seus 4 anos e 9 meses, também vai se divertindo e desenvolvendo sua criatividade. E fazendo com que a vovó passe horas gostosas ao seu lado.