terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Sombra e água fresca?



                                                       
                                                               Imagem Google 


Janeiro está prestes a terminar, e acabo de notar que esse foi o mês em que publiquei menos posts, desde a criação do meu blog em junho de 1998.
Isso se explica, em parte, pelo pouco tempo livre para a internet, durante os dias em que participei das férias escolares da Isadora.
Mas só isso justificaria produção tão reduzida? 
Pensando bem, acho que não.
Falta de motivação?
Tentativa de limitar o tempo de computador?
De tudo um pouco.
Assuntos não faltaram. Faltou empenho.
Parece, também, que o mês de janeiro tem um que de férias, de descanso, de suspensão das atividades rotineiras. 
Mesmo que nosso tempo de escola esteja lá longe, e nosso tempo de trabalho profissional já tenha se encerrado, conservamos a ideia das férias de verão. Que bom ter férias!
Será que é isso?
Na verdade, acho que não.
De qualquer forma, janeiro está terminando. 
E amanhã as férias terminam.



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Chá de sumiço


Sumi da blogosfera. 
Tudo por conta das férias escolares da Isadora.
Ela veio passar uns dias comigo, e esses poucos dias renderam como nunca. Brincadeiras variadas, lugares diversos, muita alegria.
Com isso, praticamente nenhum tempo para a internet. 
De início ficamos em Santos. Como não havia outras crianças para que ela pudesse brincar, a vovó precisou fazer uma programação. Tivemos cinema, brincadeiras em casa e, principalmente, patinação.
Foi a primeira vez que a Isadora colocou patins. 
Quando criança, eu adorava patinar, e a incentivei bastante contando minha história.




A vovó ficou na pista, na sua frente ou ao lado, para garantir apoio, e aos poucos ela foi se soltando. Mas serão necessários muitos outros dias, para que os patins deslizem bem.


No resto do tempo ela fazia seus teatrinhos e brincava sozinha. Mas também requisitava a participação da vovó e do vovô.
Nesses dias em Santos, não deu praia, pois choveu demais.

De Santos fomos até Itanhaém. A menininha estava com muitas saudades da “duquesa”. 





Ao chegarmos fomos surpreendidas pela quantidade de hortênsias no jardim.









Depois de Itanhaém chegou a vez de Itatiba, no interior de São Paulo, para uns dias deliciosos no hotel histórico Fazenda Dona Carolina.




O lugar é lindo, e o hotel é muito confortável. Lá a Isadora brincou para valer. Havia muitas crianças e atividades diversas, durante todo o dia.



Foram brincadeiras na piscina, passeio de caiaque, visita à fazendinha, escorregador de colchãozinho, numa elevação gramada, procura do tesouro do pirata, busca do coelho, piqueniques e refeições com os monitores ...




Jantar com os monitores. Os refrigerantes não são da Isadora, que só toma água ou suco.


                                                Passeio na "fazendinha".




                                                      Minha "sereia", de oncinha.




Boas programações também para a vovó e o vovô, entre as quais uma ótima banda de jazz, um seresteiro com rico repertório, caminhadas e muito mais.


                                        De camiseta azul, lá vai o Berto.
                                           




Sem dizer que, aproveitando um piano de cauda, a vovó acabou dando algumas “audições”.
No último dia no hotel, caiu o segundo dentinho da menininha, quando ela chupava um gostoso picolé de chocolate. Foi uma festa.


Terminados os dias, passamos por São Paulo para deixar nossa companheirinha na sua casa.
Agora, em Santos, começo a retomar minha rotina.
Foram dias cheios e deliciosos. Espero ter muitas outras férias como essas.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Sobremesa em dois tempos








Meu réveillon foi bem comedido, tanto em número de pessoas, quanto de comes. Foi  tranquilo e gostoso. Melhor dizendo, foi tranquilo até a hora em que começou a chover dentro de casa.






Passamos a última noite do ano, a dois: o Berto e eu.
E nossa sobremesa foi feita em dois tempos. Para quem pretende algo simples, e gostoso para o verão, ela é uma mão na roda.




Só se precisa de um rocambole e de um pote de sorvete, preferivelmente de creme.
Forra-se com papel manteiga uma vasilha que possa ir ao freezer. Reveste-se o fundo e as laterais da vasilha com fatias finas de rocambole.
Usei um rocambole recheado de goiabada.
Por cima do rocambole coloca-se colheradas de sorvete, que deve estar amolecido, alisando-se bem.
Após encher a vasilha, leva-se ao freezer por algumas horas.
Depois, é só desenformar. Pode ser servida com calda de chocolate.




Fiz a sobremesa numa forma pequena, usando só uma camada de fatias de rocambole.
Nosso jantarzinho foi acompanhado por um ótimo espumante rosé, da Miolo.




Brindamos o novo ano e, diante da chuva, acompanhamos a queima de fogos somente da janela.





Com chuva, fogos, carinho e companheirismo, iniciamos nossos passos em 2012.




domingo, 8 de janeiro de 2012

Espírito do Natal?



Meu aniversário é em novembro e, quando criança, sempre ganhava um “troquinho” do meu padrinho, além do presente principal.
Lembro que guardava esse “troquinho” até dezembro, para convertê-lo em presentinhos de Natal.
Nasci e vivi em Santos, ininterruptamente até completar 8 anos. E é desse tempo que tenho a recordação da compra dos presentinhos. Lembro que ia até uma farmácia que ficava na esquina da nossa casa, para comprar as lembrancinhas para meus irmãos: um pente, uma brilhantina, uma glostora, um sabonete ...
Ficava muito feliz em poder presentear.
E nesse último Natal, a lembrança dos meus presentinhos me surgiu por inteiro.
Na véspera do Natal, a Isadora, que está com 5 anos e meio, me pediu:
-Vovó, você me ajuda a embrulhar meus presentinhos?
- Claro, minha boneca.
E ela me mostrou suas lembrancinhas : pequenas embalagens de shampoo e de condicionador, mini caixinhas de cotonetes e de lenços de papel, potinhos de creme hidratante.
Há poucos dias tínhamos voltado de nossa viagem a Gramado, e ela trouxera os pequenos “kits” que ganhara no hotel.
Daí, ela ia me perguntando: será que a mamãe vai gostar mais do shampoo? E o vovô, será que gosta de lenços de papel?
E assim foi separando seus mimos, para presentear a mamãe, o Diego, seus vovôs e vovós, madrinha, tia ...
Recortou papel com estampa de Natal, fez os embrulhinhos e pediu para a vovó escrever os nomes. Colocou cada pacotinho dentro de um saquinho de celofane e, em seguida, pôs seus presentinhos numa caixa, ao pé da árvore de Natal.
Linda!


                                            Caixa com os presentinhos de Natal da Isadora.