sexta-feira, 29 de março de 2013

Dia de abóbora





Ontem foi dia de abóbora. Sopa? Doce?
Não. A vontade de experimentar coisas novas me levou a fazer um Bolo de Abóbora, e um Pão de Abóbora.
Muita abóbora. 
Mas cada receita teve sua vez.
No meio da tarde, um café com o bolo. Delícia.
E no lanche da noite, chegou a vez do pão. Macio, cheiroso, e combinou perfeitamente com requeijão. 
O ideal é fazer as receitas em dias diferentes, mas como precisava aproveitar uma quantidade razoável de abóbora, não houve outra opção.
E ninguém reclamou.



Bolo de abóbora

4 ovos
2 xícaras de abóbora cozida e amassada
4 colheres (sopa) de manteiga
2 xícaras de açúcar
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de amido de milho (maisena)
1 xícara de coco ralado
1 colher (sopa) de fermento em pó.

Bater as claras em neve, e reservar.
Na batedeira, bater a manteiga com o açúcar e as gemas.
Misturar a essa massa a abóbora, a maisena, a farinha e o coco.
Por último, as claras em neve e o fermento em pó.
Colocar em assadeira untada e enfarinhada, ou em forma com buraco no meio.
Levar ao forno já aquecido, em temperatura de média para baixo (mais ou menos 200 graus). Para ver se está assado, fazer o teste do palito.
É muito bom.

E aqui está o Pão de Abóbora.Prontinho para o consumo. 




segunda-feira, 25 de março de 2013

Alimento para a alma





Teatro lindo, música maravilhosa.
E minha alma plenamente alimentada, com o programa do último sábado à noite, no “Theatro Municipal de São Paulo”.


Com a Orquestra Sinfônica Municipal, sob a regência de John Neschling, a música de Rachmaninov nos levou ao auge da emoção.
Principalmente durante a execução do Concerto nº 2, para piano, que teve como solista o consagrado pianista brasileiro Arnaldo Cohen.
Noite de sonho!



Como não encontrei vídeo com Arnaldo Cohen executando o Concerto nº2, trouxe o do Lang Lang. Recomendo vivamente. Pelo menos os 15 minutos finais (Allegro scherzando).

quinta-feira, 7 de março de 2013

Um lugar inesquecível




Adoro viajar, conhecer novos lugares e retornar a alguns. Mas acho muito difícil comparar uma cidade com outra. Sempre encontro belezas nos lugares que visito, e raramente uma cidade é desprovida de recantos bonitos, ou de curiosidades.
Contudo há lugares que têm uma beleza mais impactante, e outros que nos marcam de uma forma diferente.
Ou porque faziam parte dos nossos sonhos, ou porque foram visitados em época importante da nossa vida.
Há cidades que nos encantam, mas que nos satisfazem com uma única visita. Há outras que nos deixam com o gosto de quero mais, levando-nos a inclui-las em outros roteiros, sempre que possível.
E há cidades que nos emocionam.
Cidades que nos deixam, além das lembranças das suas belezas, lembranças das sensações que nos provocaram.
E é nesse sentido que, ao participar dessa blogagem coletiva, elejo Paris como "meu lugar inesquecível".
Ao conhecer Paris, senti uma emoção enorme, como se aquele sentimento não coubesse dentro de mim.
Perto do hotel onde estávamos hospedados, havia uma estação de metrô. Saímos para um primeiro passeio e, sem qualquer planejamento, sugeri que pegássemos a linha que nos levaria à "Place de la Concorde". Lá chegando, subimos a escada do metrô até a superfície.
E daí, ocorreu o deslumbramento: diante de nossos olhos, estava Paris.
Paris que conhecíamos pelas fotos, pelos filmes. Paris com toda sua beleza. Paris que, enfim, eu estava conhecendo de verdade. Com sua beleza impressionante, que me provocou emoção desmedida.
Estávamos na Place de la Concorde, e para todos os lados que olhávamos a beleza nos inundava.
A praça, enorme e linda, com as luminárias, a fonte, o obelisco. Olhando para um lado, o Jardim das Tulherias e a Avenida Campos Elísios, tendo ao fundo o Arco do Triunfo. De outro lado, a Torre Eiffel.
Essa primeira visão de Paris, não poderia ter sido melhor, e me marcou profundamente.
Já voltei outras vezes, e a emoção de ali estar sempre se renova.



Acima, na Place de la Concorde, em 1991.

21 anos após, procurando repetir a foto, como já contei nesse post.



Esse post faz parte da Blogagem Coletiva idealizada pela Beth Lilás, Teresinha e Priscila.
Minha intenção é colocar outras fotos de Paris, brevemente, no meu blog de viagens.




segunda-feira, 4 de março de 2013

Viver sem carro?







Não sou muito ligada em televisão, e pouco fico diante dela.
Mas, às vezes, descubro, meio por acaso, algum bom programa.
Foi o que aconteceu ontem ao passar pelo canal Globo News, no horário do programa Cidades e Soluções.
O episódio que assisti foi o “Como viver em São Paulo sem carro”, inspirado no livro também assim chamado, livro esse idealizado por Alexandre Frankel e escrito por Leão Serva.
O programa girou em torno de três moradores de São Paulo, que resolveram reduzir o uso do carro ao mínimo necessário: o ex-jogador de futebol Raí, a dramaturga Maria Adelaide Amaral e o jornalista Matthew Shirts. 
Passaram a se locomover a pé, usando transporte coletivo ou bicicleta.
E se dizem felizes. Todos foram afirmativos nos benefícios que decorreram dessa atitude. Diminuição do estresse, possibilidade de observar coisas interessantes no caminho, diminuição do tempo gasto para ir de um lugar a outro (principalmente quando o metrô é utilizado) e economia de dinheiro.
O programa foi muito bom para provocar reflexão.
O que vemos, hoje, é que o carro tornou-se um vício. Muitas vezes a distância a ser percorrida é mínima, mas as pessoas são tão dependentes do carro que não conseguem ir caminhando.
Mesmo nas cidades servidas por metrô, muitos parecem preferir ficar no trânsito engarrafado do que usar o serviço coletivo do metrô.
E as cidades grandes estão ficando, cada vez mais, totalmente tomadas por carros.
Minha cidade, que há alguns anos era tranquila, está com um trânsito insuportável.
É preciso que se encontre soluções. 
E, muitas delas são individuais. 
Usar menos o carro. Procurar fazer sua vida no bairro em que mora. Quem tem filhos, deve procurar uma escola no seu bairro, ou em lugar que permita ir caminhando para a escola.
Quando necessário, chamar um táxi.
E tirar o carro da garagem só em último caso.
Parece que em São Paulo, a maior cidade do Brasil, e que tem um trânsito enlouquecedor, muitos já estão encarando o desafio de vencer distâncias com suas próprias pernas.
Vamos aderir?