sábado, 19 de julho de 2014

Olhando para os lados.

 
Olhando para os lados, sempre encontramos coisas curiosas, ou diferentes do habitual.
Na minha última viagem, a tradição de cruzar com casais de noivos, logo após o casamento, manteve-se por inteiro. E lindamente.
Já contei por aqui, em outra ocasião (14/06/2013), como cruzei com noivos em diversos lugares:  Veneza, Roma, Paris, Nova Zelândia, Barcelona, entre outros.
Agora, foi a vez de Nova Iorque, mais especialmente no Brooklyn.
O casal de noivos estava acompanhado por casais de padrinhos, todos muito alegres e vestidos com elegância.






Foram momentos muito agradáveis, num lugar com grande beleza, e participando, à distância, da alegria do grupo.
E no Lincoln Center, passeio imperdível em Nova Iorque, bastou olhar para os lados para ver figuras que pareciam saídas das páginas do blog Advanced Style, a que também já fiz referência (11/04/2013).
Troquei algumas palavras com a senhora de branco, e senti não ter chegado ao local com mais tempo para poder bem observar o movimento intenso daqueles que estão aguardando o início de espetáculos.







O lugar é lindo. Uma praça enorme, cercada por prédios fantásticos, ligados à cultura e à arte. Nessa noite assistimos ao balé Lago dos Cisnes, no maravilhoso Metropolitan Opera Theater.





E até num pequeno e charmoso supermercado, na Grand Central Station, olhei para os lados e vi algo que me chamou a atenção: tomates bem diferentes.



Já havia visto, em outro local, pimentões alaranjados, entre nossos conhecidos verdes, vermelhos e amarelos. A foto não registrou bem essa nova cor mas, ao vivo, os pimentões chamavam a atenção. 



Os passeios foram muitos e variados. Sempre olhei muito para os lados, aproveitando para encher meus olhos, e minha memória, com belezas mil.



sexta-feira, 11 de julho de 2014

Viajando com criança






Crianças nos renovam. Impedem que fiquemos parados, ou voltados para o passado.Trazem alegria, e esperança.
Criam expectativas para o futuro. Movimentam nossa vida.
Para os avós, são uma bênção.
Com elas, fazemos coisas que não pensaríamos fazer, se sozinhos.
E foi o que aconteceu nessa última viagem, quando eu, a Pri e a Isadora, fomos para Nova Iorque.
Embora já tivesse estado lá em outras ocasiões, nunca havia pensado em ir ao Museu de Cera Madame Tussaud's.


Atraídas pelo personagem que estava na frente do museu, e diante do entusiasmo da Isa, resolvemos visitá-lo.


E foi muito divertido. As estátuas de cera ficam ao alcance dos visitantes e, com isso, a interação da Isa foi total. Ela é muito divertida e participativa. Uma atriz. Cantava, com os cantores, fazia poses, apresentava jornais na bancada, discursava, conversava.












Até a vovó arriscou uma interpretação a quatro mãos, deu uma volta na bicicleta do ET, e sentou-se ao lado de um diretor de cinema, dos seus preferidos.



E a Pri preferiu atuar com as Rockettes e participar de cena do Mágico de Oz.



Foi uma diversão e tanto.
Também por conta da Isa, resolvemos dar uma volta de triciclo pelo Central Park. Cada vez que via um triciclo, ela pedia para andar nele. Até que nos convenceu. A volta pelo Central Park foi muito agradável, e a experiência nos ajudou a optar por esse transporte em outras ocasiões de engarrafamento do trânsito. 


Nos museus, procurávamos setores interessantes para crianças, e ela vibrava. Foi assim que vimos múmias, no Museu do Brooklyn, e que visitamos a parte do Egito no fantástico Metropolitan, também com múmias, sarcófagos e tumbas. Ainda no Metropolitan, vimos algumas salas de lindas telas impressionistas, esculturas, e o terraço no teto, com vistas esplendorosas do Central Park e da cidade.









Lojas de brinquedos, também estiveram no nosso roteiro, assim como de MM e Starbucks, que a menininha adora.





E no meio das brincadeiras, museus, teatros e balé.
É assim. Viagem com criança, tem de tudo. 




terça-feira, 8 de julho de 2014

Socorro!




Tremi nas bases.
Hoje, ao ler o jornal do dia, fiquei sabendo da existência de um grupo de trabalho, que quer “descomplicar a ortografia” da Língua Portuguesa.  Esse grupo é coordenado por um professor de Português, e atua junto ao Senado.
Pois bem. Talvez na linha de facilitar tudo para as novas gerações, ou na linha de subestimar a compreensão e capacidade das nossas crianças, os defensores de nova mudança na ortografia justificam sua posição com a diminuição do tempo necessário para a aprendizagem.
Dizem que, atualmente, são necessárias 400 horas/aula para a aprendizagem de todo o conteúdo da ortografia e que, com a reforma, 150/horas aula seriam suficientes.
E em nome dessa redução de tempo de aprendizagem, passaríamos uma rasteira na língua latina, e em toda a formação da nossa língua portuguesa, e passaríamos a escrever: “omem, oje, umor”. 
“Ch?” Para que? Vamos escrever “maxo, flexa, caxorro”.
E nada de "ss".
O que você "axa diso"?
Vamos tomar um “xá”?
Com “asúcar” ou sem?
Depois do “xá”, vou para “caza”, porque tem alguém “precizando” do meu “ausílio”.
Socorrooooooo!
Valha-me Deus.  




quinta-feira, 3 de julho de 2014

Viagem a três



16 anos desde a última vez que fui a Nova Iorque, e notei uma diferença muito grande.
O trânsito, dificílimo. Lembra São Paulo mas, em férias, melhor seria um pouco mais de tranquilidade.
Muitos táxis na rua, porém complicado conseguir um.
O metrô é a grande solução, principalmente quando não se tem que enfrentar muitas escadas ou grandes percursos dentro da estação.


E agora, para driblar o trânsito, existem os triciclos com condutores. Embora um pouco aflitivo andar num triciclo no meio do trânsito, é assim que se consegue chegar a alguns compromissos quando o trânsito está absolutamente parado.




Foi dessa forma, que conseguimos chegar a tempo do passeio de barco já agendado e pago. Foi assim, também, que conseguimos retornar ao hotel, depois de um dia de muitas caminhadas.
Outro embaraço, em Nova Iorque, é conseguir caminhar num ritmo próprio. Dependendo da área, pessoas numa quantidade enorme. E, para caminhar, quase que só andando-se em bloco.
Enfim, toda a loucura de uma grande metrópole.
Mas foi muito bom fazer essa viagem no sistema das três gerações: eu, a Pri e a Isa.
Há alguns anos atrás, bem antes da Isadora, fiz várias boas  viagens só com a Pri, no sistema de duas gerações. E agora, estou tendo o privilégio de poder viajar com filha e neta, numa interação gostosa. 



Também foi muito bom ver todo o encantamento da Isa (ela gosta que eu a chame assim) com as coisas que ela estava vendo pela primeira vez.



E foi ótimo ver seus cuidados com a vovó: dando a mão para que eu descesse alguma escada, me aguardando quando eu estava andando um pouco mais devagar, perguntando se eu estava bem.
E, no meio de tudo, a beleza impactante de Nova Iorque.




Viajar, é muito bom.
Só tenho que torcer para manter meu entusiasmo pelas viagens, e minha disposição para enfrentar toda a canseira, que certamente acompanha o lado bom das andanças.
E que venham novas viagens.


(As duas últimas fotos foram tiradas da janela do nosso quarto, no trigésimo oitavo andar).