sábado, 30 de novembro de 2013

Sempre Natal.



Bola estampada com carinha da Isadora com 2 anos.


Natal chegando e, com ele, lembranças dessa época, acumuladas no decorrer dos anos.
Dos tempos de criança aos tempos dos filhos crianças, e há sete anos da netinha Isadora. Que trouxe, consigo, uma nova luz, e o estímulo para a manutenção das tradições do Natal.

Gus e Pri, alguns anos atrás.
No último fim de semana que a Isadora veio passar em Santos, assim que chegou foi me perguntando: vovó, quando vamos montar a árvore de Natal?
 - Amanhã, minha netinha.
Logo cedo começamos a separar os enfeites, que saíram das caixas para ocuparem, com importância, seus lugares na nossa árvore de Natal.

Separando os enfeites. 2013.

Bolas de muitos anos, enfeites comprados em viagens, estrelas com nossos nomes, lembranças de amigos, e a bola estampada com a carinha da Isadora, que está na nossa árvore desde 2008.

Bola da menininha, ao lado da fada sininho de Orlando.
Bola de Oslo, ao lado de uma bem antiga.
Estrelas de Gramado.



E a cada ano, a  participação da "menininha" na montagem da árvore tem sido mais efetiva.

Tão pequetitinha, mas já ajudava.
Com 2 anos.
Ponho essa, ou aquela?
Chegou a noite de Natal.
3 anos. Adoro essas bolinhas.


5 anos. Acordei e já vou começar a montagem da árvore.
Já estou alcançando galhos altos.
Quantas bolas!
Comecei de manhã e agora, já arrumadinha, estou terminando.
Cresci mais um pouquinho Estou com 6 anos.
Já coloquei a bola da minha carinha.
E agora, com seus sete anos, a Isadora já alcança galhos altos da árvore, e coloca os enfeites com muita segurança.

Hoje estou com 7 anos.
Repetindo o ritual, começo a montar a árvore ainda de pijama.
Onde coloco esse mini Papai Noel?
É uma ajudante maravilhosa. E se antes levávamos mais de um dia para ficar com a árvore pronta, nesse ano bastaram algumas horas. 

Só faltam as luzinhas.
Olha a bola da minha carinha.
Ritual gostoso, com hora marcada. 
Agora é esperar a noite de Natal, com toda sua tradição.


(Faltou o registro dos 4 anos - 2010. A menininha estava longe, lá na Nova Zelândia).


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Mas, já?





Parece que o presente já não basta. Temos que vivê-lo com um pé no futuro.
Em outubro o comércio inicia seus sinais do Natal e, com o alerta do comércio, muitos começam a montar suas árvores, presépios e a decorar suas casas, embora a data esteja distante. 
Bem antes disso, os jornais nos avisam que o “reveillon” está chegando, e que será muito bom passá-lo em outras plagas. Mas é preciso que nos apressemos, pois as passagens e hotéis logo estarão lotados.
E assim, com uma antecedência de alguns meses, começamos a viver o final do ano.
E agora, que o final do ano está chegando, passamos a ser informados que o carnaval logo estará aí. Se quisermos passar os feriados num “resort”, navio, ou num lugar tranquilo, ou se quisermos nos integrar a alguma escola de samba, não podemos perder tempo.
A hora das reservas é agora, ou talvez até já tenha passado.
Mas, meu Deus, eu ainda nem resolvi meu “reveillon”, e já tenho que pensar em carnaval, e até em semana santa?
Assim não dá.
E depois nos queixamos de que o tempo passa depressa demais, e que nem piscamos e o ano acabou. 
Será que não é porque estamos vivendo aos trambolhões?


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Mais um ano!




Bolo improvisado.
Ela me perguntou se era a convidada de honra.

Hoje é aníver da vovó Helô, um exemplo de força, de foco, de inteligência e de coragem para as renovações percebidas como necessárias para rumos melhores.
Uma vida marcada por grandes conquistas pessoais e profissionais, que trazem grande orgulho a mim e a todos que a conhecem e sabem de sua garra, entrega e brilhantismo em tudo o que faz.
Parabéns, mãe! Muitas felicidades, e que a vida traga sempre novas alegrias para você, assim como as proporcionadas pela netinha, logo mais com os bisnetinhos e assim vai!!!!
Que bom comemorar com você, e viva para sempre assim linda e cheia de saúde para a netinha trazer sempre flores e doces para a vovozinha!!! Beijão, te amamos, Pri e Isa.” 



Subir mais um degrau (ou descer?) da vida, e ser surpreendida logo cedo com essa mensagem pública tão amorosa, deixou meu dia mais feliz.
Depois, foi só comemorar com pessoas queridas. 
Algumas enfrentaram a estrada, nesses dias de feriado, para me seguirem até Itanhaém, onde eu estava curtindo a casa, as hortênsias, o visual da praia.


E eu, que não pretendia organizar comemorações, tive um aniversário festejado em dois dias seguidos. Churrasco, café da manhã festivo, almoço no domingo.

Nando no comando do churrasco.

Pri, Osvaldo, eu e Beto de Papai Noel.

Carlos e Isa.

Yara, Pri e Beto. Atrás, Osvaldo e Nando.

Giselle e eu.

Carlos e Regina.
No centro, Sérgio.

Quem disse que tínhamos velinha?
"Velinha" dois dias seguidos.
E para fechar o fim de semana festivo, noite na pizzaria. 






Mais um ano!
Mais um dia de agradecimentos.




terça-feira, 5 de novembro de 2013

Implicância?





Pesquisando uma receita pela internet, cheguei até o blog de uma jovem que, com muita graça e segurança, relatou sua receita por meio de um vídeo.
Para misturar os ingredientes, ela aconselhou o uso de um “bowl”.
E eu fiquei pensando. Quando será que a nossa velha tigela passou a ser “bowl”?
Tigela, e mesmo bacia, quase não entram nas nossas lides culinárias. Agora precisamos ter “bowls”, preferivelmente de vários tamanhos.
Será que nas lojas especializadas encontramos tigelas, ou as vendedoras só conhecem “bowls”?
E os jovens “chefs” (?), só usam “bowls”? Ou também têm suas tigelas? 
E de “bowl” em “bowl”, assim, aos poucos, nosso idioma vai sendo invadido e transformado.
Há casos em que a invasão se justifica, quando não se tem vocábulo adequado para expressar o que se pretende. Nesses casos, normalmente a palavra estrangeira acaba se aportuguesando e recebendo nova grafia.
Mas “bowl”?
Passará a ser “bou”?
Cismei com essa palavra.
Já sei.
Vou manter em uso minhas velhas tigelas.


domingo, 3 de novembro de 2013

Tudo de bom!


Depois de dois anos, o Gus veio passar suas férias em família.
Foi muito esperado, e  a ansiedade da Isadora era sem tamanho. Ela levou um presente para o aeroporto, mas quis comprar um outro lá, declarando seu amor por ele.
Assim que chegou em casa, ainda cansado da viagem, Gus abriu sua mala de "Papai Noel".


Isadora e um dos seus presentinhos.
Pri e seu "presentão".
Estou parecendo tão pequeninha.
Todos fazendo palavras com o jogo de letrinhas, um dos presentes da Isadora.
Adorei o macacão da mamãe.
Entre a Isadora e o tio Gus, muita cumplicidade. Passearam juntos, e ele fez uma série linda de fotos. E ela quis fazer as suas.


Tio Gus bateu foto da Isadora, e 
Isadora bateu do tio Gus.
Tomateiro no jardim do Prédio? 


Na volta do passeio, tio Gus preparou um refrescante "drink" de chá.


Careteira.
Foi um mês corrido, pequeno para os encontros e as curtições gastronômicas. Comida bem nossa, com os toques familiares.
Arroz e feijão quase todos os dias, camarão com chuchu, arroz de Braga, polvo, rosbife, caldo verde, sopa de feijão e outras comidinhas só encontradas por aqui.
Terminando as refeições, sempre uma sobremesa da série completa de doces caseiros. Pudim de pão, Pudim de leite condensado, Quindim, Sagu, Creme de Chocolate, Goiabada, Doce de abóbora ...
Junte-se a isso os queijos, amendoins e outras gostosuras.
E para terminar a temporada, não poderia faltar uma feijoada, que assumiu aspecto de comemoração. Comida gostosa, alegria e pessoas queridas.

Bancada das deliciosas batidas.
Minha batida deliciosa: morango com carambola.



Feijoada e amigos.

Foi um almoço delicioso, que trago, agora, para festejar o aniversário do Gus, pois hoje, 3 de novembro, é dia de dizer: 
Feliz aniversário, Gus!  
Que você sempre viva usufruindo de delícias, com muita alegria e rodeado de gente querida.
Tal como na feijoada!