quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Vício?




Lendo os jornais do dia, uma notícia me chamou a atenção.
Depois de pesquisa realizada pela empresa de tecnologia Cisco, em 14 países, com jovens de até 30 anos, a conclusão: a internet ocupa um lugar de absoluto destaque na juventude.
Até aí tudo bem. É natural que a internet seduza mais os jovens do que os mais velhos.
Mas o assustador é o percentual da internet na vida dos jovens.
E os dados do Brasil são os mais “expressivos” e inquietantes. 72% dos universitários brasileiros disseram que preferem navegar na internet a namorar, ouvir música, ou sair com amigos.
É inegável o valor, e a importância, da rede. Mas penso que, quando o interesse pela internet passa a dominar a vida do jovem, e suplantar outros interesses, muitos deles “vitais”, algo anda mal.
Já não se tenta estabelecer contatos físicos, a leitura de livros é abandonada (entre os jovens, muitas vezes, nem chega a se formar o hábito da leitura), música só pelo “you tube”, amigos só pelo MSN ou redes sociais.
Como em tudo na vida, o importante é o equilíbrio. Mas, justamente, o difícil é encontrar o equilíbrio.
Alguém conhece o caminho?

(Curiosidade : entre os países que fizeram parte da pesquisa, somente na França a força da internet não se revela, e o namoro prevaleceu na dianteira das opções, com 54% - Fonte).

Imagem daqui.

 

8 comentários:

  1. Oi Helô,
    Os franceses é que são esperto,né?
    Bj,
    Lylia

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  2. Oi, Helô,

    Eu já havia percebido este fenômeno. Acho que não demora muito, vão surgir movimentos para alertar a humanidade sobre as perdas decorrentes da forma como a Internet é usada atualmente, principalmente pelos mais jovens.

    Um beijo!

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  3. Interessante pesquisa.Importante a vida fora da internet.Equilíbrio necessário mesmo! beijos,lindo dia,chica

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  4. Me preocupo com tudo isso sabia??? Quero que a Nathalia tenha uma infância e adolescência normal como eu tive, e não ficar trancada em casa na frente de um computador, muito de vez em quando ela pede para jogar memória no computador, não quero que ela fique viciada tão cedo, prefiro ela andando de bicicleta e jogando bola, minha amiga morre de orgulho em falar que a filha de 06 anos passa todas as fases do Mario no computador, eu tenho dó, jamais deixaria a Nathalia tão bitolada.
    Eu amo internet, mas aqui no trabalho só, em casa não entro nem no final de semana, prefiro brincar e passear com a Nathalia, jamais vou deixar o computador ser prioridade na minha vida, não é esse exemplo que quero dar pra minha filha.
    Gostei muito do post!
    Bjs!

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  5. Bom dia, amiga Helô!
    Os meninos de hoje parecem que têm os dedeos em continuidade com um teclado.
    Meu filho que é bem mais velho, mas já nasceu com a era joystick, vê as coisas na tela com uma facilidade enorme, enquanto eu, demoro às vezes alguns segundos.
    Equilíbrio é tudo na vida mesmo.
    beijos cariocas primaveris

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  6. Nossa, será que essa pesquisa foi mesmo bem realizada? Se só os jovens franceses preferem namorar a ficar na Internet há realmente algo de muito errado!!! não imaginava que estávamos tão perdidos... Como a Danny, tb quero para a Isadora uma vida melhor...
    beijos,
    Pri

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  7. Nem quero falar, mas esepro que minhas filhas tenham o cuidado de não deixar seus filhos serem viciados em computador...Claro que a internet é um ótimo meio de comunicação, mas não é o único e a interação entre as pessoas nunca pode deixar de existir.
    Os franceses são bastante equilibrados para tudo, pode perceber.
    Sinto-me incomodada quando passo muitas horas no computador (mesmo alternadamente, pois tenho muito o que fazer em casa e neta para cuidar). Acho que fico isolada, mesmo aparentemente interagindo nos bogs ou no FB.
    Há um lindo sol lá fora, ou uma linda lua, ou seja lá o que for que nos interesse.
    Concordo totalmente com a Danny, vou até conhecer o blog dela! rsrs
    Beijo!

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  8. É... No momento estamos nesta onda tecnologica. Os jovens com a internet, os executivos com seus blackberries e por aí vai. Vamos torcer para essa interação virtual se tornar cada vez mais real e palpável! Beijos, Paula

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