terça-feira, 8 de julho de 2014

Socorro!




Tremi nas bases.
Hoje, ao ler o jornal do dia, fiquei sabendo da existência de um grupo de trabalho, que quer “descomplicar a ortografia” da Língua Portuguesa.  Esse grupo é coordenado por um professor de Português, e atua junto ao Senado.
Pois bem. Talvez na linha de facilitar tudo para as novas gerações, ou na linha de subestimar a compreensão e capacidade das nossas crianças, os defensores de nova mudança na ortografia justificam sua posição com a diminuição do tempo necessário para a aprendizagem.
Dizem que, atualmente, são necessárias 400 horas/aula para a aprendizagem de todo o conteúdo da ortografia e que, com a reforma, 150/horas aula seriam suficientes.
E em nome dessa redução de tempo de aprendizagem, passaríamos uma rasteira na língua latina, e em toda a formação da nossa língua portuguesa, e passaríamos a escrever: “omem, oje, umor”. 
“Ch?” Para que? Vamos escrever “maxo, flexa, caxorro”.
E nada de "ss".
O que você "axa diso"?
Vamos tomar um “xá”?
Com “asúcar” ou sem?
Depois do “xá”, vou para “caza”, porque tem alguém “precizando” do meu “ausílio”.
Socorrooooooo!
Valha-me Deus.  




6 comentários:

  1. Socorro mesmo!Isso,ESPERO, não há de se criar! Imagina o caos que seria? Tomara seja apenas uma fumacinha e logo apague... Credo, seria ridículo!! Beijos tudo de bom,chica

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  2. Tomara isso não se concretize. Tristeza pura.

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  3. Y digo yo, ¿cual es la diferencian 250 horas? y que son 250 horas en toda una vida o incluso ¿qué son en unos estudios elementales?, pero como decimos por aquí:"Sabios tiene la iglesia".

    Un beso

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  4. Oi, Helô,

    Eu havia dito que também discordo de outra reforma, sobretudo uma desse tipo, que baixa o nível da coisa, como se os jovens fossem retardados, rsrs. Na verdade eu acho que hoje é mais fácil a aprendizagem de qualquer coisa, por causa dos recursos tecnológicos de que dispomos.
    Mas, eu acho também que deverá surgir alguma coisa que distinga o português falado no Brasil do português - digamos - de raiz, já que - rigorosamente - não nos expressamos mais do modo que estabelece esta língua.
    Digo isso por ver que temos sido criticados demais, pelos povos que se mantiveram fiéis à língua tradicional.

    Um beijo

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  5. Inadmissível algo assim. Não tinha lido nada sobre. Não podemos aceitar, né? Nada de ficar parados, vendo as coisas absurdas acontecendo e aceitando. Para mim, isso não passa de uma brincadeira e de muito mau gosto!
    Beijo, Heloísa.

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