O que fazer com o tempo livre? Parte 1.




Não há dúvida de que durante a vida ativa de qualquer profissional o "hobby", ou passatempo, deve ter um lugar garantido.

É ele que, como atividade prazerosa, vai trazer relaxamento, redução de estresse e bem-estar.

E se na vida ativa o lazer é importante, na vida dos aposentados, e idosos, ele é fundamental. Já não existe uma atividade para ganhar a vida, mas é preciso que haja atividades que garantam um bom envelhecimento, e mantenham a vida da melhor forma possível.

E aí surgem os exercícios físicos, que vão garantir a mobilidade e a autonomia. 

Sou de uma geração em que os exercícios físicos só eram praticados nas escolas, durante as aulas de ginástica. E também por jovens que se destacavam, e acabavam praticando esportes em clubes. Não havia academias, onde as pessoas comuns poderiam se exercitar. Por esse motivo, hoje, os 70, ou 80 +, precisam "ir atrás do prejuízo" e reservarem algumas horas para alongamentos, musculação e por aí vai. 

Mas o exercício físico seria um hobby? 

Nem sempre. Nem todos encontram prazer na atividade física, mas uma necessidade.

Contudo, existem inúmeras atividades prazerosas, como a leitura, uma aprendizagem nova, os trabalhos manuais, tais como crochê, tricô, costura, pintura, fotografia, os jogos como Sudoku e palavras cruzadas, quebra-cabeças, jardinagem, passeios pela cozinha e outros.

Há também os "hobbies" em grupo como participar de um coral, ter um grupo de jogo com baralho, grupo de leitura, clube de cinema etc. Esses já demandam ter que encontrar pessoas com o mesmo gosto, o que pode trazer alguma dificuldade.

O importante é descobrir algo que garanta bem-estar, que combata o estresse, e que traga alegria. Uma vida ativa facilita a interação social e preserva a autonomia.


Em tempo: Não gosto de adotar estrangeirismos nos meus textos mas, nesse caso, parece não existir na nossa língua um termo equivalente a hobby. Talvez o mais próximo seja passatempo. Ou lazer?


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