segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Maternidade

Dia 3 de novembro. Foi numa data como essa, que me tornei mãe pela primeira vez.
E foi, então, que passou a se desenrolar, em mim, uma série de sentimentos todos ligados à cadeia tão forte que há entre mãe e filho.
Sentimentos ora sucessivos, ora concomitantes.
Sentimentos transitórios, sentimentos permanentes.
Sentimentos que me abatem, sentimentos que me deixam em estado de graça.
Encantamento (acho que o primeiro), preocupações, ternura, alegrias, tristezas, dúvidas, esperança, mágoas, orgulho, mas, sobretudo, amor incondicional.
E uma certeza : a de que ser mãe é doação, é um projeto sem fim.

10 comentários:

  1. Ser mãe foi o que me aconteceu de melhor, depois que a Nathalia nasceu minha vida deu uma virada de 360 graus, tudo mudou, minhas prioridades, minhas preocupações, meus conceitos, antes não suportava ver criança chorando e fazendo birras, hoje tenho a maior paciência para controlar as birras da Nathalia, antes não tinha pressa de chegar em casa depois do trabalho, hoje saio correndo, pego o primeiro ônibus que aparece na minha frente, mesmo que quase não me caiba dentro, eu vou até pedurada na porta pra chegar em casa rápido e abraçar minha princesa.
    Como dizem, ser mãe é ter o coração fora do próprio corpo. Nesse exato momento, meu coração está lá na Creche Tia Didi.
    Bjs vovó!

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  2. Lindo e verdadeiro o texto de vovó Helô. Apesar de todas esses sentimentos que nos invadem, um turbilhão de emoções, com certeza O AMOR É INCONDICIONAL. Acho que é esse sentimento que nos une a todas as outras mamães. Parabéns pelo belo post.
    Beijo pras 3.
    Angélica

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  3. lindo, lindo depoimento!!!
    Amei!!!!!!!!!!!!!

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  4. Parabéns mais uma vez pelo lindo texto! Acho que é assim que todas nós nos sentimos. Quando Giovana nasceu eu sabia que já a amava incondicionalmente, o que eu não sabia é que este amor só iria crescer à cada dia! É por ela que vivo, é pra ela que volto pra casa todos os dias... Sinceramente, não consigo imaginar como seria minha vida hoje se ela não existisse.
    Beijos pra vc, pra Pri e pra Isadora.

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  5. Sim, querida, estou com você e não abro. Acho a maternidade o ponto alto na vida. Pois é a primeira e mais imortante função que nos foi dada:participar no processo da Criação. Cada mãe que segura pela primeira vez o filho gerado e esperado com amor e ansiedade sabe que carrega um mundo novo nos braços ...Mais uma vez concordamos num ponto de vista, esse que me é tão caro! Os dias mais importantes da minha vida foram os do nascimento dos meus quatro filhos! Beijo,

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  6. Heloísa!
    Estou retribuindo a visita ao meu blog Controvérsias, Dúvidas e Bobagens.
    Na verdade sou novo no ramo e sequer me considero um blogueiro. Estou envolvido nesta questão, por sugestão de pessoas que são do ramo e me convenceram da necessidade de manter um blog para dar suporte à um projeto maior que já está em andamento e pode ser visto em www.saudecomunidade.com.br que parece ser uma iniciativa pioneira em nosso país.
    Gostei muito deste seu blog e vou freqüentá-lo para aprender.Entretanto o tema (VOVÓ) é extremamente complexo e dentro de alguns dias vou postar uma matéria relacionada ao assunto que vc vai adorar ou odiar...
    Fique esperta.
    Parabéns
    Abraço
    Leonardo Diamante

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  7. Acabei de responder ao seu comentário e vim retribuir a sua simpática visita.
    E como a vida só é plena quando se vive em família e se partilham emoções e outras coisas boas, aqui ficam os meus parabéns para o tema do seu blog.
    Bjs desde Lisboa

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  8. Heloísa, sei bem do que você está falando, mas aprendi depois que tive minha filha.

    Fui uma filha tão rebelde com a minha mãe e nunca a entendi. Eu precisei ser mãe para entender os sentimentos e a lógica da minha.

    Abraços e parabéns pela data querida!!

    Claudia

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  9. Olá Heloísa
    Li o texto que abre o seu blog, e achei muito interessante. Mas, pela foto em que vc aparece com a sua netinha, não me parece que tenha sido avó assim tão tarde...
    Eu é que não sei se irei ser avó, já que tive a minha 1ª e única filha uma semana antes de completar 35 anos: agora ela está com 7, e eu 42!! Imagine que eu tenho uma prima com 45 anos, que já tem 3 netos! Qdo eu fui mãe, ela foi avó pela 1ª vez.
    Cada coisa tem o seu tempo, às vezes eu penso que deveria ter sido mãe + cedo, mas estou tão feliz com a minha menina! Além disso, felizmente, sinto-me aí com uns 32... Um beijo

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  10. Claudia m.
    Obrigada pela visita. Tentei entrar no seu blog, mas não consegui.
    Queria concordar com você: cada coisa tem seu tempo. Com certeza você será vovó ! Você ainda é muito nova !
    beijo
    Heloisa

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