domingo, 26 de outubro de 2008

Festa infantil III



Como já escrevi anteriormente, sempre gostei de festejar o aniversário de meus filhos. A festinha era feita em casa e, quando pequenos, num sábado, ou domingo, na parte da tarde.
Nesse caso, quando o dia do aniversário acontecia durante a semana, eu providenciava um bolo pequeno, porém com recheio e cobertura, para que a data não passasse em brancas nuvens, e para que o aniversariante pudesse apagar as velinhas no dia certo.
No dia da festa a mesa era arrumada com capricho, o bolo recebia um enfeite, e os docinhos eram todos colocados sobre a mesa. Eram os docinhos comuns: brigadeiro, cajuzinho de amendoim, docinho de abacaxi, geleinha de pinga, maria-mole e beijinho de coco.


Entre os salgados, havia sanduíches diversos e, às vezes, salgadinhos encomendados: bolinhas de queijo, empadinhas, coxinhas e rissoles.
Um sanduíche que fazia muito sucesso era um redondinho de mini pão-de-cará, levemente untado com maionese e recheado com uma ou duas fatias finas de copa. O sanduichinho era embrulhado em papel de alumínio e levado ao forno, um pouco antes de ser servido, só para aquecer.
Em algumas ocasiões havia pequenos “hot-dogs”, ou “mexicanos” (pão francês, ou mini-pão, aberto por cima e recheado com carne moída bem preparadinha).
Os docinhos sempre eram esperados, e os mais velhos gostavam da geléia de pinga (embora o doce, depois de pronto, não fique com qualquer gosto da aguardente). Há muito tempo não faço essa receita, e foi uma pena não tê-la conservado no meu caderno. É muito simples, feita com gelatina em pó (sem sabor), água, pinga, e açúcar. Depois de gelada e endurecida, é cortada em pedacinhos passados em açúcar cristalizado. É uma delícia!
Qualquer dia vou repetir essas receitas de festa infantil, nem que seja numa festa para “gente grande”.

Faltou dizer que a decoração era com "bolas de gás" (enchidas pelos pais) e espalhadas em conjuntos, pela sala. No final de festa, eram distribuídas para as crianças. Acho que as bolas eram as lembrancinhas daquele tempo. Sempre coloquei a faixa de "feliz aniversário" e é incrível: usei a mesma durante toda a infância dos meus filhos.

11 comentários:

  1. Olá, gostei muito do seu blog. Ele é muito bom.

    Parabéns!

    Um abraço

    ResponderExcluir
  2. Vovó Helô, minha mãe fazia a mesma coisa. Sempre tinha um bolinho, bolas e docinhos. A vida era mais simples, mas era mais feliz. No aniversário da Giovana, tive que convidar algumas pessoas "mais por educação" e isso definitivamente na minha infância não aconteceria. Só iriam as pessoas que amamos de verdade, as pessoas mais íntimas.
    Um beijo

    ResponderExcluir
  3. Oi Vovó Helô, que festas legais deviam ser, viu? E caprichadas! Lembro das minhas e dos meus irmãos mais ou menos assim também. Com muita alegria, comidinhas gostosas e crianças brincando por todo lado. Ai que delícia... Meu menino vai completar 2 anos dia 30/11. Tá chegando. Espero conseguir fazer algo legal pra ele também, assim como a senhora descreveu. O 1º ano não foi em casa, mas dessa vez quero que seja sim, afinal temos um pouco de espaço. Em casa, simples (mas com capricho), com pessoas amadas, alegria, vários quitutes gostosos, bexigas e cores. Ele merece essa recordação e essa "festa", pois é o motivo da nossa alegria. Beijos.

    ResponderExcluir
  4. Vovó Helo, como sou do interior, a gente tem mania de festinhas feita por nós mesmas, os salgadinhos ou compramos ou minhas tias fazem, agora os docinhos fazemos todos, maçãnzinhas, trancinhas, brigadeiro, beijinho. Até o bolo minha tia faz, vou confessar prefiro o dela doque os confeitados.
    Beijos!

    ResponderExcluir
  5. Oi vovó, me deu até saudade das minha festinhas, uma vez quando estava fazendo 07 anos, minha mãe ia fazer um bolo só pra nós lá de casa e meus padrinhos cantar parabéns, só que eu fiz o favor de convidar todos meus amiguinhos da rua e alguns da escola, dizendo que teria festa de aniversário, quando minha mãe viu akela criançada chegando quase teve um piripaque, teve que comprar pão e fazer uns cacchorrinhos quentes de última hora, uahuahuahauhauahauhauahau adoro lembrar dessa história, por isso amo vir aki no seu blog, seus post me trazem tantas lembranças boas da minha infância, adoro! Bjs e espero ansiosa pelo próximo post.
    Ah! Adorei sua visita em meu blog, seja sempre muuuuuuito bem vinda! Bjs!

    ResponderExcluir
  6. Penso e até tenho certeza que seus doces são melhores que os encomendados.
    Só de ler a reportagem dá vontade de comer doces.
    Parabéns pelo seu Blog. Bertino

    ResponderExcluir
  7. ai ai eu não posso nem ouvir dessa comilancha toda!
    A ordem agora é comer bem durante a semana! Festinhas, só no final de semana!

    Pois é, nós do café das quatro não saímos mais pra tomar café.. Muitos compromissos durante a semana em razão das conquistas no campo pessoal de cada uma!
    Quando tomarmos um café avisaremos!

    Um grande beijo

    ResponderExcluir
  8. Ju,
    Que bom saber que o motivo da "falta" de novos cafés está ligado às conquistas pessoais.
    Desse jeito o blog de vocês logo incluirá cafés e "drinks" de brinde ao sucesso.
    Beijos

    ResponderExcluir
  9. Sempre fui louca por amendoim, por isso, quando pequena eu adorava cajuzinho, às vezes acho que gostava mais do que do brigadeiro, que hoje eu adoro!
    E eram muito boas as festas com docinhos caseiros, principalmente cajuzinhos...
    beijosss
    Adri

    ResponderExcluir
  10. Oi, Adri,
    Eu também gostava bastante do cajuzinho que eu fazia. Até poderia tentar repeti-lo, para você provar.
    O caso é que usava-se, no doce, ovo cru, e hoje parece que isso não é muito "correto".
    beijos

    ResponderExcluir
  11. Heloísa,

    O frio aqui está de arrasar! Os chocolates fazem um bem incrível em dias como estes.

    Hoje nevou pela manhã, e ainda é outubro!!! Snifff

    Mais uma vez obrigada pela visita!

    Cláudia

    ResponderExcluir

Deixe aqui seu comentário. Depois é só escolher uma identidade. Se você não tiver conta google, clique em nome/URL, logo abaixo. Coloque seu nome e, depois, clique em Publicar. Vou adorar ler o que tem a me dizer.