De geração a geração

Há coisas que não se perdem. O tempo passa, as diversas gerações se sucedem mas, de repente, ouve-se uma criança dizer: “Vamos ver quem chega primeiro? O último é a mulher do padre". ”Ou, então, "uni, duni, tê, salamê minguê, um sorvete colorê”, uni, duni, tê" . E, ainda, “vaca amarela ….” E também muitos outros versinhos e vozes de comando, que estavam presentes na nossa infância, lá atrás. Achei uma graça quando a Isadora começou a usar essas e outras repetições. É aí que se mostra forte, a renovação que sentimos na convivência com as crianças. E que se percebe, ainda que de leve, a permanência do tempo. Outras coisas que não se perdem são as artes manuais. Até pode ser que não sejam muito intensas nos dias de hoje, onde há predomínio quase que absoluto da tecnologia. Mas que elas existem, e permanecem, não há dúvida. E, quando são descobertas pelas crianças de hoje, fazem sucesso. Foi o que aconteceu com minha netinha. Ela me vê fazendo cr...