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Melhor amiga

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13 de agosto.   Essa data me remete ternamente para o passado, e lembro da minha melhor amiga dos primeiros anos do ginásio. Éramos duas meninas tímidas e magrinhas, que se conheceram aos 10 anos, tiveram convivência diária no colégio, durante três anos, e depois se separaram por circunstâncias da vida. Karen, minha melhor amiga desses anos longínquos, ficou marcada na minha memória, e é lembrada todos os anos, no dia do seu aniversário. Eu morava em São Paulo, na Rua Eça de Queirós, e a Karen residia na Rua Joaquim Távora, na Vila Mariana. Nossa casas eram separadas por algumas quadras, e estudávamos no Colégio Bandeirantes, também na Vila Mariana, a poucos metros de distância da minha casa. Nos meus dois primeiros anos de São Paulo, estudei no Colégio Madre Cabrini, no semi-internato. Passava o dia inteiro na escola. Quando terminei o curso primário e sem idade para ir para o ginásio, precisei fazer um ano do curso de admissão ao ginásio, já no Bandeira...

Uniforme escolar

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                                                                 (uniforme escolar no Japão) No meu ultimo post escrevi sobre uma polêmica atual, que muito me assustou. Trata-se de uma discussão em torno da validade da manutenção do ensino da letra cursiva. Dentre os comentários ao meu post vou destacar dois . Um deixado pela Georgia , brasileira que vive na Alemanha, e outro pela Isabel , legítima representante das leitoras de Portugal:  “Pois é, aqui as crianças têm que aprender todos os tipos de letra e ainda escrever com caneta tinteiro. Essas coisas é só aí no Brasil. Pra cá o mundo continua bem antigo.”   “Nunca ouvi falar dessa discussão por aqui. A minha sobrinha está no 3º ano e escreve apenas com letra cursiva.”  E aqui estamos nós, no Brasil correndo o risco de que nossas crianças deixem de aprender a escrever com letras cursivas, usadas desde sempre. E foi daí que lembrei de outro item relativo à escola, e que sumiu dessas nossas plagas: o uniforme tradicional. ...

Dia dos pais

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Meu pai jovem. E na sua última foto. A lembrança mais antiga que eu tenho, é de um fato ocorrido quando eu tinha pouco mais de dois anos. Estava brincando no quintal da nossa casa, com uma amiga mais velha, quando ela se pendurou numa jardineira (floreira) que enfeitava uma das janelas da casa e a jardineira despencou. Na queda, a jardineira raspou minha perna direita e provocou uma fratura. Nessa época, éramos cinco irmãos e o caçula tinha alguns meses. Minha mãe providenciou para que meu pai fosse chamado no seu serviço, e logo depois ele estava chegando em casa. Colocou-me no seu carro e levou-me ao médico. E é justamente essa a minha lembrança mais antiga : eu sendo levada ao médico, por meu pai. Todo o resto da história, eu sei porque me foi contado quando eu era mais crescidinha. Um mês antes da minha fratura, meu irmão Beto (Gilberto) havia “quebrado” o braço. Lá fora meu pai, levá-lo ao médico. E muitas foram as outras ocasiões em que ele precisou socorrer algum filho, por m...