Bicho de sete cabeças?
Quando se é jovem, quase que como regra geral, acha-se que a cozinha é um “bicho de sete cabeças”. E quando não se tem quem faça nossa comida, o jeito é apelar para os “miojos”, sanduíches, “delivery” ou restaurante (quando se pode). Com o passar do tempo, “o bicho” vai perdendo suas “cabeças”, e percebe-se que não é complicado fazer comidinhas gostosas. E, por fim, descobre-se um prazer grande nessa atividade, tão básica para a vida. Muitos são os pratos saborosos, feitos com facilidade e rapidez. O que é indispensável é a vontade de fazê-los. E um pouco de organização, separando os ingredientes e deixando-os prontos para o uso. Daí, tudo flui muito bem, juntando-se, no final, o sabor dos pratos à satisfação pelo resultado. Sou adepta da cozinha fácil e rápida, que me permite um almoço saboroso, sem grandes preparações e em pouco tempo, como esse do domingo. Vi o que tinha em casa e preparei, na hora, uma salada e um risoto. A sobremesa foi feita algum tempo antes. A salada foi feita...