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Costura criativa

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Desde outubro parece que estou com uma ideia fixa: costura criativa. Nem mesmo sabia que minha nova atividade recebia esse nome tão simpático.  Costuras diversas, aproveitamento de retalhos, criações com objetivos práticos, combinação de cores e estampas, arteterapia. Com tecidos variados, máquina de costura, zíper aos metros, tábua de corte, réguas quadradas e retangulares, manta acrílica, cursores, e muito mais, passei a me envolver com bolsas, bolsinhas, porta-celulares, nécessaires e jogos americanos.  Isso, por enquanto, porque a imaginação já está se jogando para vários outros modelos e utilidades. E com a costura, meu vocabulário se enriqueceu com palavras como matelassar, quiltar, refilar. A delícia do trabalho, o prazer da peça pronta são bem grandes.  Mas também há o cansaço depois de algumas horas debruçada na mesa, para cortes, e na máquina, para as costuras. Marinheira de primeira viagem, acredito que nã...

Desafio alucinante

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Quando preenchi meu perfil, ao criar esse blog há quase doze anos, me descrevi como uma pessoa que gosta de desafios. Realmente, a vida tem me mostrado que o desafio, no plano das atividades, me motiva, me fortalece, me empolga. Nos últimos dois meses, resolvi enfrentar um novo desafio, o de usar máquina de costura e aprender a confeccionar bolsas de tecido. Minha máquina estava guardada há quase seis anos, depois de um curto período de uso. Ganhei da filha e neta no Natal de 2013, enfrentei o desafio de fazer dois ou três vestidinhos para a Isadora e guardei-a. Pouco entendia de costura e não encontrei ninguém para me orientar. No atropelo do tempo, com os anos se acumulando,  fui me distraindo com  outros trabalhos manuais. O último foi o resgate do bordado, que havia aprendido nos tempos do colégio. Pesquisei um risco, comprei o material e, consultando a memória e aulas virtuais, terminei meu bordado.  Pronto o bordado, a dúvida. Como utilizá-lo? Nu...

Presente de Natal

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Aprender uma língua nova, enfrentar novo desafio, desenvolver uma nova atividade. Conselhos dados por muitos, para quem quer envelhecer bem. E eu, que sempre gostei de enfrentar desafios, e que quero, com certeza, envelhecer bem, estou me submetendo a uma atividade desafiante: costurar e criar em máquina de costura. Virar modista familiar? Isso mesmo.  No Natal, ganhei da Pri e da Isadora uma máquina de costura moderníssima. Eletrônica, cheia de recursos e com pontos mil. Tudo porque, tendo saído um dia para comprar um vestidinho para a Isadora, e diante da imensa dificuldade em encontrar algo adequado, comentei que iria comprar uma máquina de costura e me meter a costurar. Mas pensava numa máquina simples, para roupinhas simples. Isso porque nunca fiz curso de corte e costura.  Claro que sei manejar uma agulha de costura. No meu tempo de criança aprendia-se, em casa, a fazer alinhavos, bainhas e a pregar botões. E no colégio, as aulas de trabalhos ...