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Mostrando postagens com o rótulo saúde

E agora, Sr. Doutor?

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"É como suspeitei. Realmente, você não vai poder disputar a Copa do Mundo". Foram essas as palavras do meu irmão Osvaldo, ao receber o resultado de uma ressonância magnética a que eu me submetera. - Você teve rompimento dos ligamentos cruzados anteriores do joelho. Não vai dar para jogar. E tudo porque, num movimento mal executado, eu torci o tornozelo e o joelho direitos. Cada um tomou uma direção, e eu tive uma queda leve. Isso aconteceu durante o vôo de Lima para São Paulo, no último dia 2 de abril. Precisei descer do avião numa cadeira de rodas, porque teria dificuldades para andar todo o imenso trajeto do aeroporto. Fui a um hospital com Pronto Atendimento e, depois de radiografias, saí com a recomendação de tomar um anti-inflamatório, fazer sessões de fisioterapia e, se entendesse necessário, procurar um ortopedista para fazer uma ressonância magnética. A radiografia servira somente para a pesquisa de eventual fratura, mas a ressonância é que servir...

Engatando a marcha

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No início de 2013, um tombo, enquanto caminhava nos jardins da praia, causou problemas no meu tornozelo direito. Precisei imobilizar o pé e fazer um repouso relativo. Agora, iniciando 2014, peguei uma virose (?) que quase me desidrata e que me causou muito desconforto.  Nem bem saí dessa virose, e fui surpreendida por uma crise exagerada de labirintite. Nunca havia sentido algo igual. Não foi uma simples tontura ou vertigem. Mas uma sensação absurda de que estava sendo sorvida por um vórtice. Impossibilidade total de ficar em pé, ou de sentar.  Única posição: deitada, de costas ou virada para o lado esquerdo. Se virasse para o direito, a sensação de absoluta vertigem voltava com tudo. Ainda bem que isso aconteceu num dia em que não estava sozinha em casa e contei com toda a atenção do Berto e da Pri. Logo providenciaram medicação e tudo está melhorando. Depois disso o Berto disse que janeiro começou meio atrapalhado. Lembrei-o que no último ano também ...

Santa bebida

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Com o título de “Café, uma nova arma contra o câncer e o diabetes”, “O Globo – Saúde” divulgou ontem, em sua página da web, conclusões de recente trabalho científico sobre os efeitos dessa bebida tão saborosa. E foi assim que ficamos sabendo que a bebida, que em outras épocas demandava cuidados nos seu uso, hoje está sendo considerada como proteção contra diabetes e alguns tipos de câncer. E, embora faltem as comprovações científicas, parece que o café também ajudaria a prevenir o mal de Alzheimer, a doença de Parkinson, e ainda protegeria contra doenças cardíacas e depressão. Santa bebida! Aguarda-se com ansiedade a última palavra da ciência, mas enquanto isso podemos tomar nossas xícaras de café com mais tranquilidade, e até uma certa esperança. Esperança principalmente para quem, com o avanço da idade, tem como principal bicho-papão o assustador mal de Alzheimer. Aceita um café?

"Ossos do ofício"

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Acho que uma das atividades mais desgastantes da velhice 3ª idade é a agenda “medico-laboratorial”. Alguns dos exames de rotina costumam ser feitos desde o início da idade adulta, embora com espaçamento maior. Mas a esses vêm se juntar outros, quer por problemas surgidos com o passar do tempo, quer por antecedentes familiares, ou por riscos provenientes da idade. Normalmente são exames que devem ser realizados uma vez por ano, mas em certo casos o prazo é reduzido. E isso, levando-se em conta que o/a idoso/ a a pessoa, no caso, é saudável, e que está realizando somente os exames de rotina. E daí vem o desgaste. Marcar médicos das várias especialidades, porque nos tempos atuais cada um cuida da sua parte. Marcar os exames de imagem e realizá-los, se possível, no mesmo dia dos exames laboratoriais. Caso contrário, voltar ao laboratório. Pegar os resultados e marcar retorno nos médicos. Levar os exames e ouvir que está tudo bem, ou que alguma coisa precisa ...

Viroses?

Há um mês, ou mais, uma virose atrás da outra. No meio, uma infecção urinária e uma erupção na pele, que não cede. O catarro e a tosse, também persistem. Já se passaram os três dias em que a virose deveria ceder, e mais três, e mais três... Médicos, laboratório, pronto socorro infantil. Parece que os cuidados com a saúde das crianças ficaram mais difíceis. Não sei se isso se deve ao aumento dos “vírus”, ou ao desenvolvimento das especialidades médicas. Há tempos atrás, resolvíamos os problemas praticamente com o médico pediatra, como já tive a oportunidade de relatar no meu post do dia 27/08/08 ( http://blogdavovohelo.blogspot.com/search/label/pediatra ). Pronto-socorro, raramente, até conto nos dedos (três vezes para dois filhos). Exames laboratoriais, nem me recordo. É verdade que o pediatra que acompanhou o nascimento dos meus filhos seguiu-os até a adolescência.   É verdade, também, que para as pequenas ocorrências, e antes que aumentassem, ou agravassem, usávamos remédios ...