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Excluídos pela tecnologia?

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Ultimamente tenho lido, em diversos informativos, reportagens sobre a falta de inclusão dos idosos em várias atividades do dia a dia. Agendar consultas e exames, comprar ingressos para cinema ou teatro, esclarecer dúvidas sobre pagamentos, inscrever-se em eventos: tarefas simples que, até pouco tempo atrás, podiam ser resolvidas por telefone, ou presencialmente, hoje dependem quase totalmente de aplicativos e plataformas digitais. O telefone, que durante décadas foi um importante facilitador, parece ter sido aposentado. Usar o telefone no seu sentido original, ficou reservado fundamentalmente para conversas entre parentes e amigos. Todos outros tipos de contato, para providências variadas, foram apropriados pelo WhatsApp. Dessa forma,  ficou difícil marcar uma consulta, ou exame médico, sem recorrer ao WhatsApp. Mas, e quem não tem WhatsApp? E quem não sabe utilizá-lo? Ou quem simplesmente não dispõe de tempo para permanecer conectado ao celular, realizando uma sequência de etapas ...

Avançando na tecnologia

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Três semanas do meu filho Gustavo por aqui, me trouxeram uma enorme atualização tecnológica. Todos meus equipamentos ficaram interligados. Agora, conversam entre si. Tudo que coloco em um, fica também nos outros.  Macbook air, iMac, Iphone, iPad. Parece que sou mesmo uma “vovó” tecnológica só que, volta e meia, fico um pouco confusa com tanta informação. Mas tenho ajudantes. Apaguei algo por engano? E, em seguida, limpei o lixo? Não tem problema. O Time Capsule já atuou e arquivou tudo que passou pelo computador. E ainda existe o recurso do iCloud Drive. Tudo, tudo, fica guardadinho na nuvem. E tem outra coisa. Não preciso mais guardar papeis ou lembretes. O Evernote faz isso para mim. E se for necessário escanear algo, antes de arquivar nesse “espaço" incrível, o próprio Evernote se encarrega. Escaneia a foto, ou o documento, e guarda com sucesso. No iPhone, no iPad, tenho o leitor de código de barras. Posso fazer pagam...

Amor virtual?

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É um filme impactante. Tem muito do presente, mas avança pelo futuro. E preocupa. Será que, cada vez mais, as relações pessoais serão substituídas pelas virtuais? Falo do filme Ela, que assisti ontem. Gostei muito, mas fiquei meio aflita e talvez um pouco temerosa.  Será que os planos vão ficar tão misturados que a noção que hoje temos de “pés no chão” vai desaparecer? Será que conseguiremos perceber os limites entre o real e o virtual? O filme gira em torno do relacionamento amoroso entre Theodore (Joaquin Phoenix) e o sistema operacional do seu computador, dotado de inteligência artificial. A voz do sistema é feminina, suave, sensual (Scarlet Johansson) e adota o nome de Samantha. O interessante é que o filme moderno, impressionantemente tecnológico, apresenta também alguns fatos tradicionais, e cultivados em tempos antigos. A partir do próprio personagem, o ótimo Joaquin Phoenix, que se veste com ar “retrô”. Achei interessantes suas calças com cintura ...