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Imitando ciabatta

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Um pão francês bem feito, fresquinho e crocante, é quase que inigualável. Mas, por vários motivos, entre os quais a presença de glúten, ele nem sempre encontra lugar na mesa. A substituição, contudo, não é fácil.   Só pesquisando bastante consegue-se uma boa receita para lanches e cafés da manhã. Meu último experimento na área dos pães sem glúten, foi usando farinha de grão de bico. O pão ficou bem saboroso e com boa consistência.  Embora não muito bonito. Cortei em pedaços e deixei congelado, para poder consumir no dia a dia. Ao descongelar, levei ao forno, borrifando um pouquinho de água para lhe dar crocância. E assim, com farinhas diferentes, deixamos o trigo de lado e vamos encontrando novos pães. Pois ficar sem pão, é difícil. Pão de grão-de-bico, sem glúten 1 xícara (chá) de farinha de grão de bico 1 1/2 xícaras (chá) de farinha de arroz 3/4 de xícara (chá) de polvilho doce 3 colheres (chá) de goma xantana 1/2 envelope de fer...

Dia disso, dia daquilo

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Dia dos pais, dia das mães. Dia das crianças. Dia dos avós. Dia dos namorados. Dia dos vizinhos. Dia dos amigos. Dia disso. Dia daquilo. E não é que hoje é o Dia do Pão? Sim, 16 de outubro é o Dia Mundial do Pão, esse alimento tão simples, tão gostoso, e que é consumido no mundo inteiro. Pode-se dizer que é o alimento mais popular do mundo e, também, dos mais baratos. E existe numa variedade imensa, para todos os gostos e bolsos.  Pão branco, pão preto. Pão de milho, pão de cará. Pão francês. Pão sírio, pão italiano. Pão disso. Pão daquilo. Um pão fresco, é realmente uma delícia. Vai bem em qualquer refeição. Desde que reduzi o consumo de glúten na minha alimentação, deixei de lado o tão gostoso pão francês, e me pus em busca de pães sem essa proteína “vilã”. No início tive alguma dificuldade, mas hoje estou satisfeita com os pães que tenho encontrado no mercado, e nos pães que tenho feito em casa. Já divulguei aqui , a receita de um pão feito com...

Café da manhã sem pão? Claro que não.

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Como resolvi restringir o consumo de glúten, logo de início passei a pesquisar receitas de pão. Realmente, não é muito fácil deixar o pão de lado, principalmente o pão francês bem feito. E para deixar de comê-lo, é preciso encontrar rapidamente um substituto à altura.  Li muitas receitas, e experimentei algumas. Gostei bastante de uma que leva farinha de arroz, fécula de batata e polvilho. Uma mistura que deu certo, resultando num pão macio que lembra o brioche, conforme avaliação da Priscila, minha filha. O pão fica tão gostoso que, ainda quente, se não tomarmos cuidado, corre o risco de terminar em dois tempos. É claro que com a participação de todos aqueles que comem pão normalmente, e sem qualquer restrição ao glúten. Mas que não vão resistir ao seu apelo. Costumo fazer uma receita, fatiar e colocar no freezer, em embalagem plástica. No café da manhã tiro uma fatia, ou mais, e coloco no forno, durante poucos minutos. Ele descongela rapidamente.  Daí...