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Compras coletivas

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Há algum tempo temos visto o aparecimento e crescimento dos sites de compras coletivas. A ideia é interessante: onde muitos compram um mesmo produto, é possível conseguir preços melhores.  Mas parece que nem sempre tudo dá certo. Ouve-se queixas de que, com frequencia, há dificuldades em obter o produto, ou serviço, adquiridos, e que às vezes a qualidade não é a mesma do produto comprado em condições normais. Para o consumidor impulsivo, ou compulsivo, há o risco de adquirir coisas desnecessárias, coisas  em quantidade, e até o risco de perda do prazo para usufruí-las. Todo dia encontro, na minha caixa de mensagens ofertas de quatro sites diferentes e, quando sou tentada por alguma, tomo o cuidado de fazer uma pesquisa sobre o fornecedor do serviço, ou do produto. Também avalio se realmente terei condições de aproveitar a oferta no prazo a ela vinculado. No fim, pesando tudo, acabo achando melhor ignorar as tentações. Mas nesse último ano, aderi a uma compra coletiva em dua...

“Simples assim”

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Preciso pedir licença à Lylia , para poder usar a expressão “simples assim”. É que fiz uma torta de frutas tão prática, que o título de “simples assim” lhe cai como uma luva. Não leva ovos, leite, manteiga nem açúcar. Quer coisa mais simples? É gostosa, e muito boa para um café da manhã, ou lanche. Estou escrevendo, e com vontade de ir comer um pedacinho. É o que vou fazer. Na volta, registro a receita. Hummm. Delícia! Torta de frutas 1 quilo de frutas secas 2 copos de suco de laranja (ou outro qualquer) 2 xícaras de farinha de trigo com fermento. Cortar as frutas em pedaços pequenos e misturá-las ao suco. Deixar hidratando pelo menos por duas horas. Misturar a farinha. Colocar em assadeira untada, e levar ao forno aquecido, em temperatura bem baixa. Leva mais ou menos 1 hora para assar. (Fazer o teste do palito). Fiz a metade da receita, e coloquei numa assadeira de 20x18 cm. Usei passas pretas e brancas, ameixa, morango, kiwi e manga. Todas secas. Antes de ...

Cinema delicado

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Há pouco tempo foi o “Minhas tardes com Marguerite” , e nessa semana “O Palhaço”. Filmes sensíveis, delicados, repletos de emoções. “O Palhaço”, dirigido e protagonizado por Selton Mello, nos leva aos tempos dos circos simples, que montavam sua lona em terrenos baldios, e faziam a alegria da criançada. No filme, Selton Mello, o Benjamim, faz o papel de filho de Paulo José, o Valdemar, dono do circo. Os dois formam a dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue, e com seu humor ingênuo divertem os moradores de pequenas cidades do interior do país. Fora do picadeiro, o palhaço Benjamim é um palhaço triste, envolvido com dúvidas existenciais, e problemas de administração do circo. O circo, bem pobre, é o Circo Esperança, que atrai um público humilde, mas que sempre é prestigiado pela presença dos prefeitos locais. Como fundo, belas paisagens das montanhas de Minas Gerais. E, ainda, a beleza e inocência da menina Larissa Manoela, a pequena atriz que passeia encantadoramente pelo fil...

Lembranças

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Mexendo nas minhas fotos, encontrei essas duas. Meus pais, em épocas diferentes de suas vidas.  Juntos , caminharam por quase 50 anos, deixando uma descendência enorme, iniciada com os nove filhos. Hoje, domingo, essas fotos levam aos almoços em família, com todos em torno de uma mesa grande.  E também me levam à reflexão de como é boa a oportunidade de almoçar com pais, irmãos, filhos, netos. Isso que era comum há alguns anos, hoje é difícil de acontecer. Já escrevi nesse blog sobre os almoços em família mais de uma vez, como em 16/12/2008  e em 17/05/2011 . E essas fotos tão lindas também me fazem pensar em como é bom ter algumas fotos marcantes, que atravessaram anos e mais anos, e que ficaram "eternizadas" em papel. Se fossem somente digitais, talvez não tivessem sido preservadas. E talvez não tivessem permitido a constituição da memória fotográfica da família. Mas agora quero olhar para essas fotos sem refletir em mais nada. Quero olhar somente para ver meu...

Despedida e aniversário

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O mês passou, e o tio Gus voltou para sua casa e para seu trabalho. Passou rápido, rápido demais. E a Isadora, desde o início do mês havia dito: como o tio Gus nunca está no meu aniversário, vou festejar com ele aqui. Chegou a véspera da partida, sem festa programada. A menininha até já estava de pijama quando, com a ajuda da vovó, foi ver com o que poderia fazer uma festinha. Daí prá frente, fez tudo sozinha. Colocou uma toalha na mesa, ajeitou os brigadeiros em volta do bolo, pegou um pingüim para enfeitar a mesa (talvez lembrando da viagem do tio Gus pela Antártida), colocou copinhos com velinhas, pôs os pratos nos lugares e, por fim a velinha de 5 anos. Na volta do prato, uma "decoração" diferente: seus enfeitinhos de cabelo, bem coloridos. Na hora da cantoria dos parabéns, ela disse que o aniversário era do tio Gus.                                       Só que, também cant...

É a vovozinha

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Há algum tempo, essa expressão "É a vovozinha" era bem usada.  Mais como brincadeira, porque acho que ninguém pretendia ofender a avó de qualquer pessoa. Você é implicante. É a vovozinha. É irritante. É a vovozinha. E por aí seguia a brincadeira. Durante esse ano, contudo, essa expressão está sendo usada para nomear uma série produzida pela TV Brasil. São 32 episódios, que tiveram início no dia 16 de maio, e que passam às 20h. das segundas feiras. Cada um dos episódios aborda um aspecto da vida, mostrando como as mulheres estão envelhecendo, e como as mulheres com mais de 60 anos estão se comportando. Vovó e suas roupas, vovó na mídia, no mercado, nos relacionamentos afetivos e muito mais. E vovó na tecnologia. E é aí, que eu apareço. Há alguns meses fui procurada por uma jornalista da produção do programa, com um convite para uma entrevista. Em pesquisa, a produção tinha encontrado meu blog, e gostaria do meu depoimento sobre o uso que faço da tecnologia. Achei a propost...

Enquadrando as confecções

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Há exatamente um ano escrevi sobre a dificuldade de precisar meu exato manequim. Isso porque cada confecção tem suas medidas. Não há, no vestuário brasileiro, uma padronização das medidas. Por esse motivo, um tamanho 42 de uma determinada confecção pode ser completamente diferente de um 42 de outra. Pode até equivaler a um tamanho 46. E é por isso que, quando vamos comprar alguma peça de vestuário, temos dificuldade em dizer qual o manequim que usamos. Agora, conforme notícia que li hoje, depois de muitos estudos sobre os tamanhos médios dos brasileiros parece que vai ser editada uma norma para tentar uniformizar as medidas. E os tamanhos não serão definidos por P, M, G OU GG, mas sim por medidas, tais como da estatura, cintura, ombros. O importante serão as medidas, que deverão constar da etiqueta das vestimentas. Contudo essa não será uma norma obrigatória. Mas as confecções que adotarem a padronização, parece que poderão receber um selo de qualidade, que servirá para diferenciá-l...