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Isso ou aquilo?

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18 de outubro. O mês já na sua segunda metade, e não publiquei nada no blog. Nesses pouco mais de 6 anos de blog, já houve outras épocas de desmotivação, mas agora está demais. Aquele tempo de abordar coisas interessantes, parece que passou.  Até penso, às vezes, em algum tema para ser desenvolvido, mas acaba ficando só no pensamento. E não adianta justificar com a passagem rápida do tempo pois, há muito, as horas e minutos têm rodado num ritmo acelerado. Aquele sentimento de que o tempo andava devagar, ficou numa época muito distante, lá na infância e primeiros anos da juventude, quando se tem a ideia de ser possuidora de todo o tempo do mundo. Pode-se ir fazendo as coisas com calma, sem atropelo ou ansiedade. O tempo será suficiente para tudo. Com muitos anos "nas costas", e no corpo todo, as coisas mudam muito. A ideia dominante é que se tem muito para fazer, mas que é preciso acelerar o ritmo. E esse atropelo, talvez explique a desmotivação para alg...

"Sonho meu"

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“Sonho meu, sonho meu, vai buscar quem mora longe, sonho meu …”  Essa canção linda foi uma das que serviu de fundo musical para um episódio, também lindo, de um programa de televisão: Família é família. Como pouco vejo TV não conhecia esse programa, que assisti pela primeira vez na última semana. E fui brindada com uma história tocante, vivida por uma jovem de 28 anos e uma garotinha de pouco mais de um ano. Mariana, a jovem, é solteira, bem sucedida profissionalmente, e tinha o sonho de ser mãe. E de formar uma família sua. Inscreveu-se, então, na Vara da Infância e da Juventude, para tornar-se mãe adotiva. Não colocou nenhuma restrição em relação à criança a ser adotada. Deixou claro, inclusive, que aceitaria uma criança eventualmente portadora de HIV. Não precisou esperar muito. Na lista de pretendentes à adoção, ela era a única que não se importava com a presença do vírus assustador. E foi assim, que depois de alguns poucos encontros com a graciosa Júlia, e...

Estação de águas

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Quando criança, eu ouvia falar das "Estações de Águas", como lugares muito procurados por pessoas mais velhas. Lembro que minha vó Olga, de vez em quando, tinha uma temporada de águas acompanhada por seu irmão Augusto e sua cunhada Lilica. O lugar preferido parece que era Águas de Lindoia. Lugar tranquilo, boas fontes de água mineral, balneário com ótimas instalações. E as águas traziam bons resultados para os achaques que chegavam com a idade. Em minhas andanças de lazer, já conheci algumas Estações de Água, mas nunca as procurei com o intuito de aproveitar as "milagrosas" águas. Sempre foi para conhecer o lugar, que normalmente é agradável e tem bons hotéis. Quando se viaja com crianças, uma cidade dessas é uma boa alternativa. A primeira em que me hospedei foi Águas de São Pedro, com meu filhos ainda pequenos. Não lembro de ter ido atrás de água da fonte, nem de ter usado o balneário, para qualquer procedimento. Corrijo. A primeira que conh...

Branco que te quero branco

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Enfim, depois de muito pensar sobre cabelos brancos, e de escrever alguns textos sobre o tema, estou em feliz convivência com eles. Como escrevi aqui em dezembro de 2013, havia resolvido dar uma trégua no combate aos fios brancos, para deixá-los brotar livremente. Embora, até então, só retocasse a tintura de mês em mês, e fizesse “luzes” (ou reflexos) semestralmente, estava cansada dessa quase que obrigação. Passei, então, a desenvolver uma curiosidade enorme de saber como estaria meu cabelo natural. Seriam muitos os fios brancos? E, também, passei a ter a vontade de acompanhar, dia a dia, o envelhecimento dos fios. Não queria ser surpreendida por uma cabecinha totalmente branca, caso continuasse a usar tintura, deixando para abandoná-la quando muito mais velha. Queria ver os fios brancos aumentando aos poucos. Assim, a partir de outubro de 2013, renunciei, totalmente, à tintura dos meus cabelos. Aos poucos, os fios brancos foram aparecendo, e sendo saudados com prazer...

Férias com a vovó

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(Alerta: conversa de vovó. Para registro). E as férias da Isadora, com a vovó, chegaram ao fim. Ela já voltou para São Paulo, e logo retomará suas atividades escolares. Passou bastante tempo com a vovó. Tempo suficiente para mostrar os saltos de desenvolvimento entre umas férias e outras. No meio das férias, seu aniversário. Completou 8 anos.   Viajamos alguns dias, como estou mostrando em posts separados, e o resto do tempo passamos praticamente em casa. Poucas saídas, poucos passeios, pois nesse ponto ela continua a mesma: adora ficar em casa. É um pouco difícil convencê-la a "ir para a rua”. Nessa temporada, o que aconteceu de diferente foi seu interesse pela arrumação do quarto e das gavetas. Sentia um prazer muito grande em organizar, e dar seu toque pessoal a uma mesa, penteadeira, cama ou gaveta. Mesmo encontrando a cama arrumada, desmanchava-a e arrumava do seu jeito. Começou a organização arrumando as gavetas do seu banheiro. Depois, passou dias pedi...

Olhando para os lados.

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  Olhando para os lados, sempre encontramos coisas curiosas, ou diferentes do habitual. Na minha última viagem, a tradição de cruzar com casais de noivos, logo após o casamento, manteve-se por inteiro. E lindamente. Já contei  por aqui , em outra  ocasião (14/06/2013) , como cruzei com noivos em diversos lugares:  Veneza, Roma, Paris, Nova Zelândia, Barcelona, entre outros. Agora, foi a vez de Nova Iorque, mais especialmente no Brooklyn. O casal de noivos estava acompanhado por casais de padrinhos, todos muito alegres e vestidos com elegância. Foram momentos muito agradáveis, num lugar com grande beleza, e participando, à distância, da alegria do grupo. E no Lincoln Center, passeio imperdível em Nova Iorque, bastou olhar para os lados para ver figuras que pareciam saídas das páginas do blog Advanced Style, a que também já fiz referência (11/04/2013). Troquei algumas palavras com a senhora de branco, e senti não ter chegado ao local c...